O HISTORIADOR


Prefeitos da cidade  de São Paulo

Os prefeitos de São Paulo eram nomeados pelos governadores do estado. O prefeito nomeado por Getulio Vargas em 1938 foi Francisco Prestes Maia, que gerenciou a cidade de São Paulo por sete anos, deixando a prefeitura em 1945. Depois de Prestes Maia vieram mais sete prefeitos nomeados. A saber: Abrão Ribeiro, Cristiano das Neves, Paulo Lauro (o primeiro prefeito negro), Miltom Improta, Asdrubal Cunha, Lineu Prestes. Quando Lucas Nogueira Garces tomou posse como governador, achou que o povo é quem devia escolher o prefeito da cidade. Provisoriamente nomeou Armando de Arruda Pereira, até que houvesse eleição para se saber que governaria a cidade de Sã Paulo. Aprovado pela assembleia a eleição foi marcada para o dia 21 de março de 1953. O ex. governador Adhemar de Barros, apoiou o senhor Antônio Cardoso pelo PSP. Jânio da Silva Quadros um professor de português do colégio Dante Aligueri, que tinha sido eleito vereador, e posteriormente deputado estadual, era o principal adversário do candidato de Adhemar de Barros. Era a campanha do milhão contra o tostão. O milhão representava Adhemar que era rico e o tostão era Jânio Quadros.

 

Ademar de Barros deixou o governo do estado em janeiro de 1951, teve sucessivas derrotas, apoiando candidatos e concorrendo, a governador e presidente da republica. Se reabilitou  em 1957 sendo eleito prefeito de São Paulo. 



Escrito por mário Lopomo às 23h50
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Jânio Quadros, surpreendentemente derrotou Antônio Cardoso considerado favorito absoluto daquela eleição. Jânio Quadros foi o primeiro prefeito eleito da cidade de Sã Paulo. Daí para frente Jânio começou a fazer sua carreira política. Ele ia nas repartições publicas ver com seus próprios olhos quem trabalhava ou não. Demitia sem dó e nem piedade aqueles que ele considerava vagabundos. Certa ocasião ele foi no mercado municipal de madrugada, tinha poucos faxineiros trabalhando. Os demais iam chegando lá pelas nove horas. Todos foram demitidos. Começava ali o símbolo da vassoura, que marcou toda sua carreira politica. Em 1971 quando o prefeito Faria Lima estava para terminar seu mandato, eleito que foi pelo povo. Foi também o ultimo. Pois dali para frente os militares nomearam os prefeitos a seu bel prazer. Isto perdurou até 1985. Quando a democracia voltou a reinar no Brasil. Curiosamente Jânio Quadros estava novamente na disputa com outro Cardoso. Era Fernando Henrique, que detinha o cargo de senador eleito em 1978, pelo PMDB, apoiado pelo governador Franco Montoro e favorito absoluto para ganhar a eleição. Jânio antes da eleição disse: Derrotei um Cardoso em 1953, vou derrotar outro Cardoso agora. Por coincidencia os dois professores. Numa visita de cortesia ao prefeito "bionico" Mário Covas, Fernando Henrique a pedido dos fotografos, sentou-se na cadeira do gabinete para as fotos para dos jornais. Jânio ganhou com diferença de 150 mil votos. Quando foi tomar posse ele levou um Spray, e detetizou a cadeira. Sob o espanto de todos Jânio disse: Nádegas indevidas sentaram nesta cadeira.

 



Escrito por mário Lopomo às 23h41
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OS RESTAURANTES  QUE  OS  PAULISTANOS E VISITANTES  FREQUENTAVAM

Nos anos 50-60 a cidade de São Paulo era desprovido de muitos restaurantes de nível social para a sociedade mais abastada. Restaurantes onde poucos tinham acesso, devidos aos altos preços, era o Fasano da avenida Vieira de Carvalho. Mais tarde já nos anos 60 havia uma filial do Fasano na avenida São Gabriel, no Jardim Paulista, em frente a igreja do mesmo nome. Na Rua Nestor Pestana, havia o Gigeto que abrigava os espectadores do Teatro Cultura Artística, e mais tarde todo o pessoal que freqüentava a TV Excelcior arrendatária do Teatro, onde ficava o auditório da emissora. A rua avanhandava também tinha seus restaurantes bastante procurados pela sociedade.

Em termos de Pizzaria o Paulino era o nome de destaque. Essa pizzaria era a que tinha o conceito da melhor Pizza da cidade de São Paulo. Não se esquecendo da doceira Viena na Rua Barão de Itapetininga, onde as madames da sociedade abastada, iam tomar o famoso Chá das Cinco, imitando o que se faziam as madames de Londres. No centro da cidade, havia vários restaurantes de porte médio e de caráter popular e se concentravam no chamado "centro velho" que era a parte oposta da cidade de São Paulo, em relação a praça da Sé. Ou seja o quadrilátero Av. Rio Branco Rua Sete de Abril, Av. Duque de Caxias e Vale do Anhangabaú. Tendo no miolo, as avenidas, São João , Ipiranga. Ruas, Barão de itapetininga, 24 de maio, Conselheiro Crispiniano e Don José de Barros, incorporando o Largo do Paisandu, com a sua majestosa igreja Nossa Senhora do Rosário. Os restaurantes chamados populares e, que os pratos que eram mais baratos em que os trabalhadores dos escritórios e lojas, faziam suas refeições, eram o, UM DOIS FEJÃO COM ARROZ, e TRES QUATRO FEIJÃO NO PRATO, ambos na avenida São João.

No vale do Anhangabau tinha um respeitável restaurante na esquina da Av. São João, em frente ao correio central. Mas nas casas de lanches era onde se concentravam as pessoas. Principalmente aos domingos, dia reservado para ir ao cinema. Para quem gostava de pastel, a pastelaria dos chineses, na esquina da São João com o vale do Anhangabau, já na calçada do cine Dom Pedro II, era um prato cheio literalmente falando, porque a maioria das pessoas compravam no mínimo, meia dúzia de pasteis, que vinham num prato de alumínio. Na avenida São João quem saia do Cine Metro não deixava de dar uma entrada na Kibelandia, para comer Kibe frito ou Cru. Mas a casa de lanches preferida de todo o povo que ia ao centro da cidade de São Paulo era a Salada Paulista, na avenida Ipiranga, em frente a praça da Republica. Tudo ali era de primeira qualidade, desde a comida, aos sanduíches, as lingüiças fritas no rolê de alumínio gerido pela eletricidade e também a gentileza e singeleza dos seus garçons, que anotavam na pedra de mármore do balcão o quanto gastavam os clientes. Nem mesmo a falta de cadeiras ou bancos era motivo de deixar de entrar na Salada Paulista. A colher de chá em termos de acomodação, era o cadeirão para colocar as crianças e aliviar o colo das mães. Perguntado do porque a Salada Paulista não tinha cadeiras ou bancos, e todos tinha que encostar o umbigo no balcão. O proprietário, um senhor português, disse: Sabes como é rapas. Se tem cadeiras ou bancos, vem cá um GAJO com sua RAPARIGA, pede uma guaraná e um sanduíche de mortadela, e se põe a ficar por duas horas batendo papo. De pé já fica mais difícil né ?

Ao fundo da lanchonete tinha um mural de azulejos com a efígie do dono da Salada Paulista, e sua esposa. A concorrente da Salada Paulista, era a Salada Record na avenida São João, metros antes do Cine Metro. Mas não tinha a mesma freqüência e nem o glamour, da outra.

Mas se não tinha tanta freqüência, mesmo por que o espaço era menor, o mais romântico Bar e Lanches da cidade, era o PONTO CHIC, no Largo do Paisandú. Ali era reduto dos grandes intelectuais, os estudantes das arcadas do Largo de São Francisco, que nos anos 30, reuniam-se para conversar, e fazer poesias. No PONTO CHIC, foi onde nasceu o famoso sanduíche BAURU. Quem contava a historia, era Abreu Sodré, (Roberto Costa de Abreu Sodré) na época estudante. Mais tarde deputado estadual. Presidente da assembléia legislativa e nomeado governador de São Paulo em 1971.

Nos bate papos era comum comerem a tal, misto quente ou frio. Era um pão Francês, queijo e presunto, tinha gente que preferia rosbife. Um dia o Casemiro de Abreu um estudante nascido em Bauru, e chamados por todos pelo nome da cidade. pediu para o garçom colocar uma folha de alface e um rodela de tomate, junto ao queijo e presunto. Isso chamou atenção de todos que ali estavam. Não demorou muito para que alguém grita-se. Garçom, faz um sanduíche para mim, igual ao do BAURU. Pronto todos começaram a pedir: Garçom me faz um Bauru ? e ai o nome pegou.



Escrito por mário Lopomo às 18h33
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Outra coisa interessante que tinha no centro da cidade e que muita gente apelava principalmente pela manhã, pelas leiterias. Só na rua Conselheiro Crispiniano tinha três. Mas a que era famosa na boca do povo era a leiteria Americana, na rua Xavier de Toledo, Apesar do nome era servido um gostoso cafezinho. E ali não tinha mendigaria não. Era cada copo de leite que dava gosto.

Tinha um grupo de rapazes de famílias abastadas que faziam ponto ali com seus carrões, que depois de tomar seu café ou leite gelado. iam paquerar circulando pelo quadrilátero do centro passando por varias vezes pela leiteria. Tinha também os chás gelados, feitos em espaços minúsculos, que dava água na boca a mais famosa casa de chá gelado, era na avenida São João um pouco antes da avenida Ipiranga a direita, de quem vai para a avenida Duque de Caxias. Já nos bairros posso dizer das cantinas do Bexiga onde rolava as maiores massas da cidade. Como a cantina do Ropperto. Pelas imediações da minha casa. Na avenida Santo Amaro tinha o famoso Chico Hambúrguer, que nos anos 60 podia se igualar ao Mac Donalds em termos de fama. Principalmente aos domingos quando da saída da seção das 10, do Cine Radar. Tinha o mesmo tanto de gente em pé esperando os sentados desocupar um lugar. Na Vila Olímpia tinha o Bar deixa de Onda, onde se concentrava o rebotalho da Vila, muitos quando não estavam na casa de Detenção estavam lá fazendo misérias.

Já em termos de Restaurante e Pizzaria, o Zé Carioca, era imbativel na zona sul. Foi lá que na porta do banheiro onde poetas de latrina escreviam suas besteiras. Até que um dia apareceu um poeta com seriedade. Em meio a montoeira de bobagens, esse anônimo serio, escreveu: MENTALIDADES PUTREFATAS DE PEMSAMENTOS SORDIDOS, GUIAM DEDOS NESTA PORTA, EXPONDO-SE, AO NEGRUME DE SUAS IDEIAS

Veja mais abaixo a seqüência de fotos

da gastronomia paulistana.



Escrito por mário Lopomo às 18h32
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ESTAURANTE  O  GATO QUE  RI, LARGO DO AROUCHE.



Escrito por mário Lopomo às 12h21
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PONTO CHIC, Largo do Paisandú, aqui se confraternizavam os intectuais dos anos 30-40, Os estudantes das arcadas do largo São Francisco se reuniam nesta casa de lanches. Aqui nasceu o sanduiche Bauru. O ex governador Abreu Sodré era um dos frequentadores. depois de um bom tempo fechado, ela reabriu suas portas. 



Escrito por mário Lopomo às 12h17
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BAR GUANABARA, esquina da Av. São João, com o anhangabau, em frente ao antigo correio central.  Ali se comia uma boa feijoada.



Escrito por mário Lopomo às 12h08
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BAR BRAHMA, Avenida São João quase esquina com a Av. Ipiranga, o bar mais famoso de São Paulo, quem for ali tomar um Chope e comer uma Pizza, fatalmente vai ver e ouvir o cantor  Caubi Peixoto.



Escrito por mário Lopomo às 11h57
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O interior do bar Brahma, ambiente de primeira qualidade, aqui se apresenta  diariamente o cantor  Caubi Peixoto



Escrito por mário Lopomo às 11h47
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O Rei do Mate, avenida São João, proximo a avenida Ipiranga. A casa de chá mais antiga da cidade. Esta no mesmo endereço até hoje.

 



Escrito por mário Lopomo às 11h33
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Salada Record, Av. São João. Nos anos 50-60, não era chamada de lanchonete, mas era uma casa de lanches repeitada.

Era concorrente da extinta Salada Paulista a mais famosa da cidade. A diferença de uma para outra é, que na salada paulista, não tinha bancos ou cadeiras, os cliente faziam suas refeições em pé. Na record tinha.



Escrito por mário Lopomo às 11h27
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Vejam daqui  para baixo, os cinemas da cidade de São Paulo. A maioria não exite mais. Ficou apenas a saudade de grandes casas de espetaculos  e filmes inesqueciveis, como:  E  O VENTO LEVOU, que ficou por muito tempo sendo exibido pelo cine metro, na metade da decada  de 60, como uma retrospectiva do final dos anos 1930.



Escrito por mário Lopomo às 00h29
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Cine Piratininga Avenida Rangel Pestana (Bras) totalmente destruido. Hoje é um estacionamento



Escrito por mário Lopomo às 00h23
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Aqui  era o Cine Metro, avenida São João. Uma casa da Metro Gold Meier, Tinha o circulo com o famoso Leão da Metro. Hoje é uma igreja do Missionario R R Soares. A cultura perdendo espaço para a religiao.



Escrito por mário Lopomo às 00h08
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Cinemas da cidade de São Paulo

Nos anos 50-60 tínhamos cinemas em demasia, o centro da cidade tinha os melhores cinemas do Brasil. Na periferia também tinha os seus cinemas. Mas o povo gostava mesmo era de ir no centro da cidade. Tinha cinema para todos gostos. Tinha os chiques como o cine Metro na avenida São João, onde não se entrava sem paletó, o Marrocos na Rua Conselheiro Crispiniano, também tinha essa exigência. Na mesma avenida São João tinha outros cinemas. O Art. Palácio que ficava entre o anhangabau e a Conselheiro Crispiniano era um cinema popular. Ali era exibido filmes de "mocinho" os chamados bang bangüês. Cada tiro um punhado de sangue. Depois tinha o cine Olido na esquina com a Rua Don José de Barros, na galeria que tinha o mesmo nome do cinema. Alem do cinema aquela galeria tinha o famoso café servido por mestre Ambosio. Depois do cine Metro na mesma calçada tinha o cine Oásis, que passava filmes mais abaixo da critica. Anos mais tarde se transformou em Teatro, daqueles pouco recomendáveis. Do outro lado da avenida São João tinha o cine Regina e mais adiante, o Cinerama, um cinema com terceira dimensão.

Sua tela enorme com som execivamente extravagante. Parecia que os atores estavam próximos da gente. Um avião por exemplo parecia que ia decolar em nossas cabeças ou então descer também. No largo do Paisandu tinha o cine Paisandu ao lado da igreja do Rosário. Do outro lado da praça tinha o cine Ouro bem atrás da igreja. Neste cinema tinha um pianista que tocava antes da seção começar para entreter os espectadores. Na rua Sete de Abril tinha o cine Barão, a rua sete de Abril era paralela a rua Barão de Itapetininga. Na praça da Republica tinha o cine Republica neste cinema nos anos 30 era frequentado pela alta roda paulistana. Era ali que se dava os resultados dos jogos de clubes brasileiros que jogavam no exterior quando as comunicações eram precárias. O paulistano de Frienderach, era o clube que sempre estava excursionando pela Europa. E o chiquê da cidade ia ao cinema e sabia do resultado do jogo que vinha por teletipo. Já na avenida Ipiranga tinha os cines Ipiranga, Marabá um defronte ao outro, Vale acrescentar que todos os cinemas eram grandes não só na exuberância dos prédios como grande em sala de exibição. Eram bastante confortáveis e tinha no mínimo 800 lugares. No vale do Anhangabau tinha dois cinemas um em cada lado do vale. O cine don Pedro II que ficava ao lado dos pontos de ônibus 52 itaim e 152 Vila Olímpia. Era um cinema que nos anos 50, tinha a seção matutina, intitulada de seção Zig - Zag. Já do outro lado tinha o cine Cairo um cinema de baixo nível que passava filmes pornôs, e era frequentado pela escoria da cidade como Ladrões, Punguistas e Homos Sexuais. Já a malandragem gostava do cine Cairo. Atravessando o Anhangabau, indo pela Galeria Prestes Maia tínhamos na Rua Direita o cine Alhanbra.

Na praça da Sé o cine Santa Helena apelidado de Purgueiro. Ali Prostitutas e Homos Sexuais os eteros que não só gostavam de assistir um filme de baixa reputação como também de sacanagem. Pois era só entrar que tinha companhia certa. Podia até escolher.

Tinha gente que sugeriu a direção do cinema que colocasse carpete para evitar escorregamento. Já nos bairros posso falar do Brás que tinha o cine Universo considerado o maior de todo o Brasil. Segundo línguas, ali cabia 2.500 pessoas. Tinha também o cine Piratininga que também era muito grande. No Itaim tinha o cine Itaim na rua Joaquim Floriano, que também era o purgeiro do bairro. E mais adiante o cine Star ( hoje cine Lumiere) ambos os cinemas de propriedade de Dona Dulce Borges barreiros. Eterna candidata a deputado e Vereador sem nunca ganhar uma eleição. Era cupincha do Adhemar. Na avenida Santo Amaro tinha o cine Radar, com capacidade de 1444 lugares. Era um cinema chique nos anos 50. Que depois se deteriorou.



Escrito por mário Lopomo às 00h01
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O novo Cine Cairo, Um mixto de cinema com outras atividades, o jogo do bicho por exemplo, alguem que é responsavel pelo "cinema" gesticula para não fotografar, mais ai já era tarde.



Escrito por mário Lopomo às 23h58
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o antigo Cine Cairo, era outro cinema de pouca reputação alem de filmes populares, e era frequentado por homos sexuais, que importunavam quem ia somente para assistir o filme.



Escrito por mário Lopomo às 23h53
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O velho cine Art Palacio, avenida São João ainda resiste, Era um cinema que exibia os chamados m filme de bang - Bang, hoje dividido em duas salas exibe filmes pornograficos.



Escrito por mário Lopomo às 23h46
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Cine Saci, Avenida São João. cinema que exibe filmes eroticos.



Escrito por mário Lopomo às 23h41
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Cine Olido era outro cinema imponente da cidade de são paulo. ficava na galeria do mesmo nome. ficou por muito anos fechado. o predio foi desapropriado pelo governo do estado e hoje é um polo cultural. O cine Olido voltou a funcionar.



Escrito por mário Lopomo às 23h37
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Cine Maraba, Avenida Ipiranga, tambem fechado, só resta o nome na fachada.



Escrito por mário Lopomo às 23h32
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Cine Paisandu, outro imponente cinema do largo do Paisandu, tambem fechado, infelismente.



Escrito por mário Lopomo às 23h22
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Cine Marrocos, Rua Conselheiro Crispiniano, foi um cinema de alto padrão nos anos 50-60, hoje esta fechado,  e  com  grades.



Escrito por mário Lopomo às 23h20
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E  agora um tributo a cidade de são paulo

São Paulo, é

Uma cidade opaca de aspecto cinzento

É o reflexo do excesso de cimento

Mesmo plantando muitos espigões

Ela nos remete a um mundo de paixões

Nos seus mirantes, cheio de amantes

Todos a olhar, estáticos como antes

A ver uma cidade que, mesmo poluída

Conserva sua arquitetura ainda colorida

Por muita gente bastante amada

Por outros tantos muito invejada

A cidade que só conhece o progresso

Detesta ouvir a palavra retrocesso

Esta cidade que não nega seu quinhão

Recebe de Brasília, um mero torrão

São Paulo é uma cidade sem preconceito

Mas exige que com ela se tenha mais respeito

São Paulo recebe de braços abertos, os ousados

Mas eles tem que ter passos apressados

São Paulo gosta daquele que pega no breu

Mas por favor, preste bastante atenção

Não gostamos que cuspa no prato que comeu

Mário Lopomo

(Texto  e Fotos de Mário Lopomo)



Escrito por mário Lopomo às 22h30
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